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Evasão escolar
o que a sala de aula mostra antes da matrícula
Mais da metade dos estudantes que entram no ensino superior brasileiro não chega ao fim do curso: a evasão acumulada foi de 57,2%, segundo o Mapa do Ensino Superior 2024 do Instituto Semesp (Correio Braziliense). Na medição anual do mesmo levantamento, 24,8% dos alunos de cursos presenciais desistiram no ano; na rede privada presencial, 26,6% (Tribuna Online, com dados do Mapa Semesp sobre o Censo do MEC). Por que a instituição descobre tarde A evasão raramente é um dia: é um semestre de pequenos sinais. O aluno passa a chegar atrasado, falta às segundas, senta no fundo, sai mais cedo. Esses sinais acontecem na sala de aula, mas a instituição costuma enxergar a evasão só quando ela vira número no sistema acadêmico: trancamento, rematrícula não feita, inadimplência. A chamada em papel ou no diário chega dias depois, quando chega, e não mostra a turma como um todo: quantos chegaram depois dos 15 minutos, em que aulas a sala esvazia, em que momentos a turma deixa de acompanhar. Como o Edu-Mensure ajuda O WEGA Edu-Mensure usa as câmeras que a instituição já tem para medir a aula enquanto ela acontece, e entrega à coordenação os sinais que costumam chegar tarde demais. • Presença e frequência no mesmo dia. A presença é registrada com consentimento e pode seguir direto para o sistema acadêmico (TOTVS). A coordenação vê a frequência da turma sem esperar o fechamento do diário. • A família sabe na hora. Na educação básica, o responsável que autorizou recebe no WhatsApp a entrada, a saída e a confirmação de presença. • Atrasos e saídas antecipadas por turma. A linha da porta conta quem entrou depois do início e quem saiu antes do fim, aula a aula. • Onde a turma se dispersa. A curva da aula mostra, minuto a minuto, em que momentos a turma acompanha e em quais se desliga, para o professor ajustar a aula, não para avaliar alunos. • Turmas que esvaziam. Ocupação e mapa de calor por sala, e 46 relatórios que comparam turmas e períodos, mostram a tendência antes de ela virar trancamento. A leitura é sempre da turma e da aula. Quando uma turma começa a perder presença e pontualidade, a coordenação tem semanas, e não dias, para conversar, rever horário, apoiar o professor ou chamar a família. O que ele não faz O Edu-Mensure não prevê quem vai evadir e não dá nota, ranking ou diagnóstico a aluno nenhum. Ele mede eventos visíveis, como entrar, sair, chegar atrasado ou usar o celular, e não mede interesse, aprendizagem ou estado emocional. A decisão sobre cada estudante continua com pessoas: coordenação, professor e família. A privacidade vem do desenho. O vídeo não é gravado por padrão e os dados ficam no servidor da própria instituição. Na tela, os alunos aparecem como avatares e só o administrador vê a imagem real. Dados pessoais são cifrados, e cada ação fica registrada em auditoria, em linha com a LGPD. Como começar O caminho mais seguro é um teste em 2 ou 3 salas, com as câmeras que a escola já tem e o sistema rodando num computador da própria instituição. Em algumas semanas, a coordenação já compara frequência, pontualidade e ocupação entre as turmas e decide onde agir primeiro. Evasão se combate com gente: professor, coordenação e família. O papel do Edu-Mensure é fazer essa conversa começar mais cedo. Para conhecer, fale com a Wega Soluções em TI em wegati.com. Fontes • Ensino superior no Brasil tem 57% de evasão na rede pública e privada, Correio Braziliense, sobre o Mapa do Ensino Superior 2024 (Instituto Semesp) • Quatro em cada 10 alunos de ensino a distância desistem da graduação, Tribuna Online, sobre o Mapa do Ensino Superior (Semesp, dados do Censo do MEC)
